sexta-feira, 25 de julho de 2008

Chá Marroquino


Segundo os marroquinos, o chá é uma bebida que alimenta o espirito e no que toca o seu paladar e a sua decoração, ele ultrapassa de longe o vinho.

O chá da menta é a bebida nacional do Marrocos. Tomar Chá é um verdadeiro ritual. Nas cerimónias, toma-se o cuidado de delegar a preparação do chá à "MOUL ATAI" , personagens que todas as familias devem ter.

O "MOUL ATAI" é um mestre na arte de preparação de chá, o especialista cujo chá não tem igual.
Inclui uma cesta completa de pães (diversas variedades, entre eles, pão libanes, pão de pizza, pão de flores, o tradicional pão folha e outros), cinco variedades de patês (homus, ervas, ricota, zatar e uma geléia natural de banana), sorvete de yogurt (servidos em copinhos), quindim, bolos e doces árabes (aprox. sete variedades). Tudo isso acompanha bule de chá nacional servido à vontade.
O ato de uma pessoa sentar-se em um almofadão, num ambiente totalmente característico árabe, com música típica ao fundo, e destinar para si e sua companhia alguns instantes de degustação e deleite, longe dos problemas da vida cotidiana, compreende um certo ritual.

Quando é servido o ritual oriental, ele não vem todo à mesa, mas sim, aos poucos. A idéia aqui, não é a pressa, mas sim o relaxamento, o exercicío do dedicar um tempo à si próprio.

Nas reuniões familiar, ele é frequentemente solicitado nos fins das refeições para preparar o chá.
Enquanto isso, toda gente apressam-se ao pé dele para olhar com muita atenção todos os seus gestos para depois descobrir a sua preparação.

Couscous Marroquino

Ingredientes:
1 kg de peito de frango, 1 dente de alho, sal e pimenta vermelha qb, 2 limões, 4 colheres (sopa) de azeite de oliva, 1 cebola média, 2 tomates sem pele e sem semente, 1 colher (sopa) de Curry, 1 folha de louro, 1 galho de alecrim,1 galho de tomilho, 250g de couscous (semolina de trigo duro).

Modo de Preparo:
Temperar o frango com o alho , o sal e a pimenta. Regar com o suco de limão e marinar durante 15 minutos. Refogar no azeite com a cebola picada. Colocar os tomates em cubos e os demais temperos. Cobrir com água. Cozinhar em fogo brando até amaciar. Retirar o frango para uma travessa. Coar 1/4 de litro do seu caldo. Levar ao fogo numa panela. Quando ferver, colocar a farinha de couscous, mexendo sem parar com uma colher de pau até engrossar. Cozinhar em fogo brando durante 10 minutos e mexer de vez em quando. Servir o couscous acompanhado dos pedaços de frango e do restante do caldo.

Gastronomia Marroquina

A Gastronomia Marroquina é muito rica em especiarias, legumes, frutas, além das carnes e peixes. Os pratos típicos são os Tagines, a Kefta, o frango ao limão e diversos pratos que misturam o doce e o salgado. O prato típico da cozinha marroquina é o maravilhoso Cuscuz, tradicional almoço familiar da sexta-feira que os visitantes podem comer todos os dias; existem muitas variedades dependendo da região. É toda uma experiência comê-lo com a mão, sempre a direita, como fazem os próprios marroquinos.

Marrocos - História


Marrocos, tal como grande parte do Norte de África esteve sucessivamente sob o domínio dos fenícios, do Império romamno e do Império Bizantino até a chegada dos árabes, que trouxeram o Islã e fundaram o Reino de Nekor, nas montanhas do Rif, no século VII.


Marrocos é um país localizado no extremo noroeste da África, estando limitado a norte pelo Estreito de Gibaltar (fronteira com a Espanha), por Ceuta, pelo Mar Mediterrâneo e por Melilha, a leste e a sul pela Argélia, a sul pelo Saara e a oeste pelo Oceano Atlântico.


A Capital do País é a cidade de Rabat; é o único país do continente africano que não faz parte da União Africana.


A economia deste país baseia-se na agricultura (cultivam: trigo, cevada, milho, cana-de-açúcar e algodão), nos serviços, na indústria transformadora e na exploração mineira.


As principais produções das indústrias transformadoras são os produtos alimentares, os têxteis, os artigos de couro e os adubos.


O Turismo constitui uma importante fonte de receitas.


Os principais parceiros comerciais de Marrocos são Portugal, França, Espanha, os EUA e a Alemanha.





Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Marrocos

sábado, 19 de julho de 2008

Sabores e contrastes: Banana flambada com sorvete de macadâmia

Ingredientes:
6 bananas caturras, 1 limão, 40g de manteiga,40 g de manteiga, açúcar qb, 30 ml de cachaça, suco de 2 laranjas, 40 g de mel, essência de baunilha, 2 bolas de sorvete de macadâmia.
Modo de Preparo:
Corte em fatias de 2 cm as bananas e pingue algumas gotas de suco de limão. Aqueça uma frigideira antiaderente e coloque a manteiga. Quando estiver derretida coloque um pouco de açúcar. Quando começar a caramelizar, flambe com a cachaça. Retire as bananas e reserve. Na mesma frigideira, junte o suco de laranja, o mel, a baunilha e deixe reduzir. Quando esgrossar levemente, coloque as bananas devolta à frigideira, aqueça e sirva com o sorvete de macadâmia.
Dica: Quanto ao sorvete você poderá substituir por qualquer um de sua preferência.

Caipirinha - A Brasileirinha

Ingredientes: 3 limões, mel qb, 200 ml de cachaça branca, gelo.
Modo de preparo: Higienize os limões; Corte em rodelas de 1cm dois limões, separe o suco do outro limão. Num copo para caipirinha coloque as rodelas de limão e 4 colheres de sopa de mel. Com auxílio de um socador misture bem adicione o suco de limão e soque mais um pouco. Acrescente o gelo e depois a cachaça.
Se for necessário, adicione mais mel.
Dica: Assim como o limão você poderá usar outas frutas como: morango, kiwi, manga, carambola,...; Já a bebida pode também ser substituída por vodca.
Aprecie com moderação, visto que as bebidas utilizadas possuem um alto teor alcóolico.

quinta-feira, 17 de julho de 2008

Aguardente do Brasil

A cachaça, o aguardente nacional do Brasil, é igualmente divina e diabólica. A bebida, consumida tanto pelas classes populares como pelas elites, está conquistando o resto do planeta graças à caipirinha, um drinque refrescante em que a cachaça é o principal ingrediente.
Conta a lenda brasileira que um dia no qual o sol aquecia demais a Terra, Deus decidiu dar um passeio. Num determinado momento, ele se sentou à sombra de um canavial para descansar. Para saciar sua sede, chupou uma cana de açúcar e, por considerá-la saborosa e refrescante, a abençoou para que proporcionasse um alimento nutritivo e doce aos homens. Assim nasceu o açúcar.
Nesse mesmo dia, o Diabo saiu das caldeiras do inferno jogando fogo e fumaça por suas ventas e rabo. Sentou-se no mesmo canavial e chupou uma cana de açúcar. Como tinha as mãos tão quentes, o caldo queimou sua garganta. Por isso, o Diabo maldisse a planta para que os homens extraíssem dela uma bebida tão ardente quanto o fogo do inferno. Assim nasceu a cachaça.

História da Cachaça

Para conhecer a história da cachaça é necessário voltar ao início do século XV. Os portugueses tinham conhecido a cana de açúcar durante suas viagens à Ásia e não tardaram em levar algumas mudas para a ilha da Madeira, para, mais adiante, levar a cana para novas terras descobertas no Ocidente.
A cana de açúcar se tornou para os países europeus um dos negócios mais lucrativos em terras americanas, dada a crescente demanda por este produto no Velho Mundo para usos gastronômicos.
Mas o Rei Açúcar exigia cada vez mais terras e sacrifícios humanos. Milhares de hectares de matas foram destruídos e como a mão-de-obra indígena não era suficiente para assegurar a produção, milhares de africanos acabaram embarcados rumo à América para que servissem de mão-de-obra escrava nos canaviais. Graças ao suor e ao sangue destes trabalhadores negros, a nobreza européia podia levar uma vida que, além de confortável, era cada vez mais doce.
Nos engenhos onde se obtinha o açúcar, o caldo da cana era depurado em uma enorme caldeira em fogo brando. A espuma formada pelos resíduos da planta era usada como alimento para os animais. Era a cachaça.
Só a partir do século XVI, a cachaça, da mesma forma que se fazia com os restos da fermentação do suco da uva, começou a ser destilada com a ajuda de um alambique. Seu primeiro nome foi aguardente de cana e ela era dada aos escravos junto com a primeira refeição do dia para que pudessem suportar melhor o trabalho nos canaviais.
Com o passar do tempo, o processo para a obtenção deste aguardente foi melhorando, assim como sua qualidade. Seu consumo cresceu de maneira tão rápida que a Coroa Portuguesa viu perigar a venda de seu aguardente nacional, a "bagaceira", para as colônias. Em 1635, a metrópole acabou proibindo a venda de cachaça no estado da Bahia e, quatro anos depois, tentou proibir sua fabricação. No entanto, a cachaça já tinha se tornada a bebida preferida da enorme colônia americana.
Fonte: EFE ;

Tirinhas de peixe acompanhadas de molhos

Ingredientes: 1 kg de cação limpo, 300g de farinha de trigo, 3 ovos, 300g de maizena, sal, pimenta-do-reino preta, óleo quente qb.
Modo de Preparo: Limpe o peixe e corte-o em tiras de 1,5 cm. Reserve. Separe 3 bolws: farinha de trigo, maizena e o outro com os ovos. Com auxílio, de um fouet bata os ovos. Tempere o peixe com sal e pimenta-do-reino, passe cada tira na farinha de trigo, depois no ovo e por fim, na maizena. Frite em óleo quente.
Dica: Este petisco fica ainda mais saboroso acompanhado de molhos como: tártaro, barbecue, aioli.
Harmonização: Cerveja Paulaner

Caldinho de Feijão

Ingredientes: 1 kg de feijão preto, 500g de bacon, 500g de lingüiça calabresa, 2 cebolas cortadas em cubinhos, 1 maço de cebolinha e salsinha, 3 folhas de louro, 3 ramos de manjerona, 4 dentes de alho amassados, 2 pimentas dedos de moça, 100 ml de óleo, água qb.

Modo de Preparo: Deixe o feijão de um dia para outro de molho. Cozinhe o feijão com as folhas de louro e os ramos de manjerona, até ficar macio o grão. Corte em cubinhos o bacon e a lingüiça. Frite o bacon depois a lingüiça, deixe escorrer.
Bata no liquidificador, o feijão, as cebolas, 1/2 da cebolinha e 1/2 da salsinha, o bacon, a lingüiça,e as pimentas de cheiro, até virar um líquido pastoso.
Em uma panela coloque o óleo e os dentes de alho amassados deixe dourar.
Acrescente no feijão coloque a água e deixe ferver até ficar o caldo com a consistência de sua preferência.
Sirva o caldinho de feijão, em canequinhas; por cima salpique com cebolinha e salsinha.

Bolinho de bacalhau

Ingredientes: 250g de bacalhau, 250g de batata, 3 colheres de sopa de azeite de oliva, 1 cebola em brunoise, 2 dentes picados, 2 ovos, ½ xícara de salsa picada, óleo para fritura qb.
Modo de Preparo:
Dessalgar o bacalhau. Ferva o bacalhau, deixe-o esfriar, tire a pele e as espinhas; Desfie-o. Refogue a cebola e o alho, acrescente o bacalhau e adicione mais azeite de oliva, se necessário. Reserve. Cozinhe batata inglesa e esprema, até formar um purê.Reserve.
Massa: Misturar o bacalhau com a batata, os ovos, a salsinha, pimenta-do-reino, sal,_se necessário. Fazer bolinhas e fritar em óleo quente.

terça-feira, 15 de julho de 2008

Pastel de Carne com azeitonas e ovo

Ingredientes: Massa:1 kg de farinha de trigo, 4 ovos, 4 colheres de sopa de óleo, 2 colheres de sopa de cachaça, água fria com sal qb. Recheio: 600g de carne moída de 1ª, 1 cebola média picada, 2 dentes de alho picados, 4 tomates sem pele batidos no liqüidificador, manjericão, sal, pimenta-do-reino preta, 4 ovos cozidos bem picados, 20 azeitonas picadas, 5 colheres de sopa de óleo, 1 maço de salsinha picada.
Modo de Preparo - Massa:
Num bolw peneire a farinha, abra um buraco no meio e acrescente, os ovos, o óleo e a cachaça, misture bem. Adicione, aos poucos, a água com sal até obter uma massa lisa e de boa consistência. Cubra com um pano e deixe-a descansar, por 1 hora.
Recheio: Refogue a cebola e o alho, no óleo.Acrescente a carne moída e refogue mais um pouco, até ela ficar bem "soltinha", adicione azeitona, a salsinha, o manjericão, tempere com sal e pimenta-do-reino. Por último acrescente os ovos bem picadinhos. Reserve.

Massa: Com auxílio de um rolo abra a massa e corte-a, usando um cortador redondo ou um pires. Coloque o recheio no meio, passe água, próximo das bordas, feche o pastel e aperte as bordas com um garfo.

Frite em óleo quente.

Harmonização: Vinho Tinto Espanhol Don Roman Tto
Chopp Stella Artois

Dados de filé com Molho Thai

Ingredientes: 800g de filé mignon limpo, 300 ml de conhaque, molho de pimenta thailandesa, sal, pimenta-do-reino preta, 200 ml de óleo.

Modo de Preparo: Limpe o filé e corte-o em dados de 2cm. Aqueça uma frigideira de ferro, coloque um pouco de óleo, o filé_deixe-o criar uma crosta, se necessário, adione mais óleo, tempere com sal e pimenta-do-reino. Flambe com conhaque e sirva imediatamente, acompanhado de molho de pimenta doce thailandesa;

Harmonização: Vinho Merlot - Pizzatto - Safra 2006;
Cerveja Original

sábado, 12 de julho de 2008

Escondidinho de Carne Seca

Ingredientes:
800g de aipim cozido em água e sal, 200g de batata baroa cozida em água e sal, 500g de carne seca, 1 colher de sopa de manteiga sem sal, 1 cebola bem picadinha, 1 dente de alho bem picado, 1 copo de requeijão, leite qb, azeite de oliva extra virgem qb, 2 colheres de sopa de salsinha, 2 colheres de sopa de cebolinha, sal, pimenta-do-reino preta moída na hora.

Modo de Preparo:
Carne Seca:
Deixe a carne seca num bolw com água, na refrigeração, de um dia para outro, trocando-a, no mínimo 6 vezes. Cozinhe e desfie-a. Refogue a cebola e o alho com azeite de oliva, adicione a carne seca e refogue mais um pouco. Tempere com pimenta-do-reino moída na hora, se necessário, acrescente sal e no final, adicione a salsinha e a cebolinha verde. Reserve.

Aipim e batata baroa: Higienize os tubérculos, cozinhe separadamente, em água temperada com sal, até ficarem bem macios. No aipim, retire as fibras. Após, coloque-os no processador, aos poucos,adicione um pouco de leite,sal e bata até ficar um creme homogêneo, passe numa peneira este purê.

Pré aqueça o forno em 180º. Unte uma forma refratária com a manteiga.
Na forma coloque metade do purê, a carne seca, o restante do purê, cubra com requeijão e leve ao forno por uns 10 minutos.Retire do forno e cubra com salsinha picada.
Harmonização: Vinho Tinto Australiano Jacobs Creek Cabernet e Syrah;
Cerveja Ziller

Dica: Ao invés de colocar numa forma, você poderá colocar em ramequins de porcelana pequenos e servir como “finger food”.

Baixa Gastronomia


Conhecida como “Baixa Gastronomia”, esta culinária vêm se popularizando ao longo dos tempos em todo o mundo. Em diversos países foi revelada como a comida mais saborosa, embora que às vezes, não muito saudável.

Grande parte dos botecos são freqüentados por diversos tipos de pessoas, desde as mais simples até as mais sofisticadas,mas o principal disso tudo, é aliar o bem estar no lugar com a boa comida, a bebida e, principalmente, a companhia dos amigos.

Está se ramificando, em alguns Estados brasileiros, concursos para eleger o “Melhor Boteco”, antes eles só apareciam como coadjuvantes de alguns concursos, estilo o publicado pela revista “Veja”,isto é muito bom, pois prova que o Brasileiro, agora também, o Gaúcho, sabe valorizar os apetitosos pratos da “Baixa Gastronomia”.

Grande parte dos Botecos oferecem comidas rápidas e de baixo custo. Na Espanha, estes estabelecimentos costumam oferecer os conhecidos “Tapas”, ou seja, petiscos, e para beber, sangria. Na Inglaterra, o prato mais conhecido e servido, é a “cottage pie”_torta caipira feita de carne moída com purê de batatas. Na França, os bistrôs oferecem o “Plat du jour", ou seja, prato do dia, sendo que na maioria das vezes, acompanha uma taça de vinho.

E para quem acha, que nos Botecos só existem petiscos e pratos com alto teor de gordura e “desarrumados”, posso dizer que não é bem assim, existe muita concorrência é nada melhor que estes estabelecimentos darem seu toque diferencial. Muitos deles oferecem opções “lights”, como salgados assados, algumas carnes grelhadas, mas entre nós, como é bom comer um bolinho de mandioca com carne seca, coxinha de frango, um pastel de carne com ovo cozido e azeitona, é muito bom e tem seu valor.